Arena da Amazônia ficou fora da disputa, e Supercopa será realizada novamente em Brasília

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A Arena da Amazônia chegou a ser observada nos debates internos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mas acabou ficando fora da disputa para sediar a Supercopa do Brasil. A decisão foi tomada após uma série de avaliações logísticas e estruturais, e o torneio será realizado pela quarta vez consecutiva em Brasília.

Inicialmente, a CBF cogitou levar a Supercopa para o Rio de Janeiro ou São Paulo, com Maracanã e Morumbi aparecendo como opções. A possibilidade chegou a ser bem recebida pelos clubes envolvidos, mas, ao fim das conversas, prevaleceu o entendimento de que Brasília ofereceria melhores condições gerais.

Segundo informações do jornalista Cahê Mota, do ge, houve um amplo debate sobre a recepção externa da partida, principalmente entre torcedores do clube que atuaria como visitante. Como se trata de uma decisão em jogo único, com divisão de ingressos em 50% para cada torcida, a expectativa era de uma grande “invasão” de torcedores, fator que pesou nas análises.

No caso de Manaus, a distância geográfica e a logística de deslocamento foram determinantes para a Arena da Amazônia não avançar como candidata. Além disso, questões relacionadas ao estado do gramado também influenciaram a decisão e impediram que o jogo fosse levado para o Norte do país. O Castelão, em Fortaleza, também foi descartado pelo mesmo motivo.

Antes da definição por Brasília, o Mineirão, em Belo Horizonte, foi o estádio que chegou mais perto de ser escolhido como sede alternativa.

Ainda não há definição sobre horário da partida nem sobre o início da venda de ingressos. A comercialização será de responsabilidade da CBF, que ainda irá alinhar com os clubes o melhor formato para a venda ao público.

Mesmo fora da disputa desta vez, a Arena da Amazônia segue como um dos principais palcos esportivos do país, frequentemente lembrada em grandes discussões nacionais sobre a descentralização do futebol brasileiro.

Com informações de Cahê Mota, do ge.

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